Nossos bolsos estão cheios
Todos os dias inevitavelmente começamos com os bolsos cheios, de um lado as pedras e do outro os cravos. As pedras são as as palavras de acusação, de humilhação, de desprezo que eventualmente poderão ser lançadas ao próximo e os cravos são as lembranças Daquele que é Santo e em quem devemos nos espelhar. No furor do dia-a-dia temos a opção de atacarmos as pedras e livrarmos-nos desse peso pessoal, desse peso no bolso, ou então sermos mansos e carrega-las, pois lembramos que no outro bolso temos os cravos, os mesmos que foram usados para crucificar Àquele que se entregou por amor à todos e que hoje vive…
Que no fim dos dias nós possamos estar com bolso das pedras mais cheio do que quando começamos, pois além de não lançarmos nenhuma, ainda evitamos e recolhemos as pedras que iriam ser lançadas por alguém.

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